A Teoria Geral dos Sistemas.

A Teoria Geral dos Sistemas

A Teoria Geral dos Sistemas parte da ideia central de que tudo foi programado para exercer controle sobre todas as pessoas do planeta Terra. Um elaborado sistema onde o controle seria exercido por religiões e governos, em que a Matrix religiosa e governamental é sustentada mantendo pessoas em um sistema de escravidão física e mental.

Os arquitetos do sistema

Quem seriam os arquitetos do sistema. Aqueles que planejaram tudo. Seres de inteligência e atributos muito superiores aos nossos. Fomos doutrinados, de gerações em gerações, a acreditar piamente na figura de um Deus supremo, a quem todos devemos reverência. Ele governa pelo medo; se você questionar, será penalizado com o inferno.

Ele se apresenta em praticamente todas as religiões da Terra. Especialmente no grande trio, judaísmo, cristianismo e islamismo, e suas intermináveis variações.

A matemática de nossa insignificância

O planeta Terra é grande, não é. Em comparação com o universo observável, ele é minúsculo. No Sol caberiam mais de um milhão de planetas Terra. O Sol é considerado uma estrela anã entre 200 a 400 bilhões de estrelas de uma galáxia periférica, a Via Láctea. Temos trilhões de galáxias, ou seja, somos pequeníssimos para acreditar que somos alguma coisa ou que simplesmente somos merecedores de uma atenção especial.

Nas várias mitologias dos povos, não há registro da palavra Deus. Mas sim da palavra criador. Um sistema de controle, talvez interplanetário, colocado em funcionamento por seres desconhecidos ao nosso real entendimento, inicia uma doutrinação religiosa e política em nosso globo.

O segundo princípio hermético, o da correspondência, afirma. O que está em cima é como o que está embaixo e o que está dentro é como o que está fora.

Somos cópias esmaecidas de nossos criadores. Mas afinal, quem são os nossos criadores. Tentamos idealizar a palavra Deus como aquele que criou tudo o que existe. Tentamos idealizar um criador que criou desde a menor possibilidade até todo o universo observável e além, quando, na verdade, o criador dos criadores não é o Deus bíblico que imaginamos.

Há um sistema de controle descrito e codificado em tábuas de argila sumérias. Onde existem registros de deuses, conselhos divinos, mitologias de criação, rituais, economia, leis, listas reais e poesia épica.

A diferença entre os livros sagrados do grande trio e as tábuas sumérias é clara. As tábuas existem e são evidência viva de que existiu algo. Em uma breve teoria, tendo por base registros físicos e conectando com o segundo princípio hermético, temos registros de que possivelmente uma civilização retratou a existência de possíveis deuses e seus modos de operação.

Temos uma pequena teoria.

A quem realmente estamos prestando culto. Tudo aquilo que é superior a nós tem sido tratado como diferente por nossa sociedade. Se analisarmos bem o segundo princípio hermético, ligando-o às tábuas sumérias, chegaremos a um entendimento, uma ideia, apenas uma teoria.

Todo sistema de controle imposto pela religião e pelo governo nos foi imposto por inteligências superiores. Com o fim de doutrinar e escravizar toda a raça humana, com um único objetivo, sustentar a grande Matrix.

A religião e o governo, por séculos, têm doutrinado e controlado a vida das pessoas. Desde épocas imemoriais, talvez do Egito pré-dinástico e da antiga Suméria, um sistema que possivelmente foi trazido por inteligências muito superiores às nossas, com o simples intuito de controlar as pessoas.

Javé, o Deus bíblico, é tido como o Deus nacional de Israel. Religiões antigas transformavam deuses locais em deuses universais. Já parou para pensar na seguinte hipótese.

E se Javé, o Deus bíblico, for apenas o Deus de um sistema estelar. Ou apenas de um sistema solar. Ou talvez apenas o regente do planeta Terra.

Dada a imensidão do universo observável e tudo o que pode existir além disso. Buscamos a resposta sobre quem é o Todo Poderoso que criou tudo, o criador dos criadores. No Livro de Urântia, ele é chamado de Pai Amantíssimo. Tudo são teorias. Esta escola tem um entendimento.

Quando as mentes mais eminentes deste planeta chegarem a uma ideia de quem é a fonte de todas as fontes. O verdadeiro Deus. Quando acreditarem ter conseguido quantificar o inquantificável, décadas depois, as novas gerações mais instruídas chegarão à conclusão de que não chegaram nem perto.

O inferno e o céu existem?

Se pensarmos que tudo gira em torno de sistemas e hierarquias. Mesmo que o Deus bíblico não fosse o verdadeiro Deus, e assumindo a ideia de que Javé fosse apenas o deus deste planeta Terra, estaríamos sujeitos às leis e ideias desse sistema. Em vastas literaturas, leia-se livros sagrados, há um gigantesco compêndio de letras e ideias chamadas de leis.

É aí que entra na história o livre arbítrio. Não aquele pregado nos livros, mas o verdadeiro e único livre arbítrio, onde você pode escolher os caminhos que quer seguir. No budismo existe um ensinamento poderoso, o morra antes de morrer, e na hora da partida a mente deve estar direcionada para onde se quer ir.

Esse ensinamento é inteligente e profundo. Pois o tribunal da nossa mente é acusatório. Se vivemos uma vida de bons pensamentos, boas palavras e boas atitudes, nossa mente não poderá nos condenar e poderemos direcioná-la para onde quisermos.

Sem mente para nos acusar, o caminho fica suave. A mente fica leve e a calmaria se apodera de tudo. Esse é um segredo do bem-estar.

Ao passo que, se acreditarmos de forma inquestionável nos livros sagrados. Poderemos estar condicionando nossa mente, na hora da passagem, a repetir o velho ciclo de tudo o que já passou e quer se repetir, o eterno martírio na roda do samsara.

Praticando o bem e ajudando aos irmãos deste plano. Mantendo a mente livre e em paz, em total estado de calmaria mental, apontando-a para o local desejado nas horas finais de tua vida, vivemos a experiência sabendo para onde queremos ir.

Morra antes de morrer, viva antes de viver. Isso se resume em imaginar o local para onde você quer ir antes de sua partida deste plano.

Esta escola acredita nessa possibilidade. Mas nunca a tratará como verdade absoluta, pois sempre lutará pelo sagrado direito de que construas tuas próprias estradas. Se essa ideia te agradou, sonhe conosco. Deixamos essa pequena semente. Você decide o que fazer com ela.

Artigo. Irmão Barbosa.


+ artigos, acesse: https://toleran.org
Este Artigo faz parte do Livro de Toleran. O Livro do Tolerâncialismo.
Saiba + sobre o Tolerâncialismo:

O que é o Tolerâncialismo? – Toleran o Livro do Tolerâncialismo

O que é o Tolerâncialismo?

O que é o Tolerâncialismo Movimento filosófico que propõe a união de religiosos e irreligiosos, a partir da amizade entre as pessoas, tendo a religião e a irreligião como algo secundário. A investigação nos vales das religiões, filosofia e ciências deve ser a busca de todo tolerancialista. Primeiramente, deve ser celebrada a amizade entre as … Continue lendo O que é o Tolerâncialismo?